Chá de Rosa Mosqueta: Rico em Nutrientes, Bom para Rins e Vesícula, Combate Depressão

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Chá de Rosa Mosqueta: Rico em Nutrientes, Bom para Rins e Vesícula, Combate Depressão

Chá de Rosa Mosqueta: não se sabe ao certo a origem desta flor, mas suas propriedades cosméticas são bem conhecidas desde a Roma Antiga.

Na América, chegou primeiro no Chile pelas mãos dos colonizadores espanhóis e até hoje cresce nas encostas dos Andes.

Chá de Rosa Mosqueta: Rico em Nutrientes, Bom para Rins e Vesícula, Combate Depressão
Chá de Rosa Mosqueta: Rico em Nutrientes, Bom para Rins e Vesícula, Combate Depressão

Benefícios do Chá de Rosa Mosqueta:

A planta é rica em vitaminas A, C, E e carotenoides, atuando como um excelente antioxidante, além de ser rica em pectina, ferro, cálcio.

O chá de rosa mosqueta possui propriedades diuréticas, boa para os rins, vesícula, bexiga, depressão, cansaço, anemias e inflamações.

Funciona como estimulante do sistema imunológico, contém óleo rico em ácidos graxos insaturados, é um excelente regenerador dos tecidos, melhorando a textura da pele.

A erva pode ser usada ainda por mulheres para o tratamento das cólicas e também para tratar o fluxo menstrual intenso e distúrbios na mama.

É eficaz no tratamento de infecções de urina, reduz o calor anormal do organismo, cura a hemorragia interna e também auxilia no fortalecimento do estômago.

Benefícios do Óleo de Rosa Mosqueta:

O óleo de rosa mosqueta é amplamente usado em tratamentos dermatológicos de cicatrizes antiestéticas, hipertróficas e hipercrômicas. Em cosméticos atenua linhas de expressão, rugas e mantém a hidratação da pele. 

Suas propriedades naturais garantem resultados efetivos nos tratamentos de fotoenvelhecimento (manchas causadas pela excessiva exposição ao sol), cicatrizes cirúrgicas e queloides, escaras produzidas pela psoríase, cicatrizes provocadas por queimaduras, cicatrizes de acne, pele seca e eczemas.

Quando 100% puro e concentrado, penetra até as camadas mais profundas da pele, fazendo com que a reconstituição do tecido da pele ocorra de maneira integral e intensa.

Sua mais famosa propriedade, a de atenuar cicatrizes e apagar certos tipos de manchas, deve-se à ação do ácido transretinóico, que aumenta a velocidade de regeneração dos tecidos ativando os fibroblastos, células que fabricam as fibras de sustentação da pele, como o colágeno.

Rosa Mosqueta na Culinária:

Na culinária a flor pode ser acrescentada a tortas, pães, bolinhos, molhos e sopas. As pétalas podem ser consumidas após a parte branca e amarga da flor ser retirada, pode-se usar em doces e bolos, além de compor preparo com frutas e saladas.

A pétala pode ser misturada com queijo de nata para fazer sanduíches delicados. Os doces preparados com as flores são muito comuns na Turquia.

chá de pêssego

Rosa Mosqueta Nome Popular:

Rosa mosqueta, rosa-canina, rosa-selvagem, rosa-de-cão, rosa-primitiva, rosa silvestre.

Rosa Mosqueta Nome Científico:

Rosa canina L.

Receita Chá de Rosa Mosqueta:

Componentes: frutos, casca do fruto e óleo das sementes. 2 colheres (chá) casca

Quantidade: água 500 mL

Como Preparar Chá de Rosa Mosqueta:

Decocção. Usar 2 colheres (chá) de rosa mosqueta em 500 ml de água.

Chá de Rosa Mosqueta Propriedades Medicinais:

Adstringente, afrodisíaco, antibacteriano, antidepressivo, antiespasmódico, anti-inflamatório, antisséptico, antivirótico, aromático, carminativo, expectorante, sedativo, tônico renal, tônico sanguíneo, diurética, laxante, aumenta a imunidade na convalescença e infecções respiratórias, protege a pele submetida a radioterapia.

Para que Serve Chá de Rosa Mosqueta:

A rosa mosqueta possui diversos usos tradicionais, incluindo indicações para amigdalite, ansiedade, catarro, colesterol alto, cólicas, conjuntivite, contusões, corrimento vaginal, depressão, deslocamentos, diarreia, dismenorreia, osteoartrite, pele seca, tensões musculares e vertigem.

É amplamente usada em cosméticos para alisar, amolecer e hidratar peles ressecadas e com rugas.

chá de picão-preto

As pétalas da rosa mosqueta são usadas em vapores faciais para hidratação.

A água é indicada para contusões, deslocamentos e músculos doloridos. As compressas são aplicadas em conjuntivites e olhos doloridos. O óleo essencial é usado como perfume.

Seu uso é dedicado ao trato de inflamações e também pode ser usada como laxante e diurético.

É usada para o tratamento contra resfriados, gripes, dores de garganta, além de ser usada também para o tratamento de doenças pulmonares.

A flor ajuda no tratamento de queimaduras e alterações na pele causadas pela radioterapia.

No dia a dia, o óleo ajuda a prevenir a formação de estrias.

Casca do fruto: diarreias, afecções respiratórias, espasmos e inflamações gástricas, desordens metabólicas como a gota, afecções urinárias e da bexiga, litíase renal.

Como Fazer Chá de Rosa Mosqueta:

Uso Interno. Acima de 12 anos. Decocção. Usar 2 colheres (chá) de rosa mosqueta para 500 ml de água, quando a água alcançar fervura, desligue. Tampe e deixe a solução abafada por cerca de 10 minutos. Em seguida, é só coar e beber. Tomar 3 vezes ao dia.

Uso Externo. Acima de 12 anos. Óleo. Para atenuar manchas e cicatrizes, pingue gotas do óleo na região a ser tratada, massageando com movimentos circulares por 2 a 3 minutos, para garantir a absorção dos componentes. Cremes e loções funcionam desde que tenham, no mínimo, 3% de óleo de rosa mosqueta em sua formulação.

Chá de Rosa Mosqueta Efeitos Colaterais e Contraindicação:

O óleo de rosa mosqueta é contraindicado para peles com acne, pois pode agravar o quadro.

Deve ser usado à noite, pois pode causar fotossensibilidade.

Pessoas sensíveis podem desenvolver alergia.

chá de rosa mosqueta

Veja também:

Fontes Consultadas:

  1. CORAZZA, S. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. Editora Senac, 2004.
  2. Alonso J. Tratado de Fitofármacos y Nutraceuticos. Editora Corpus.
  3. BATISTUZZO, José Antônio de Oliveira. Formulário Médico Farmacêutico. 3°ed. São Paulo. Pharmabooks.
  4. Joyce Silva dos Santos, Ana Beatriz Duarte Vieira, Ivone Kamada. A Rosa Mosqueta no tratamento de feridas abertas: uma revisão. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília 2009.
  5. ITF – Índice Terapêutico Fitoterápico. Ervas Medicinais. Editora EPUB, 2008.
  6. Chrubasik, C., Roufogalis, B. D., Müller‐Ladner, U., & Chrubasik, S. (2008). A systematic review on the R. canina effect and efficacy profiles. Phytotherapy research, 22(6), 725-733.
  7. Henriette’s Herbal Homepage: Rosa canina.
  8. The Plant List: Rosa canina.
  9. Wikipédia: Rosa canina.
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