Óleo de Melaleuca: Atua Contra Asma, Bronquite, Sinusite, Tuberculose e Acnes

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Óleo de Melaleuca: Atua Contra Asma, Bronquite, Sinusite, Tuberculose e Acnes

Óleo de Melaleuca: a melaleuca é uma planta nativa da Costa Nordeste da Austrália. Povos indígenas dessa região usavam a planta desde épocas remotas, inalando o óleo das folhas esmagadas para tratar a tosse e constipação.

O cultivo de melaleuca ocorre facilmente em regiões de clima tropical. Uma grande característica da “árvore-do-chá” diz respeito à facilidade de extração de óleo de suas folhas, cuja substância é empregada em grande variedade de produtos.

Óleo de Melaleuca Atua Contra Asma, Bronquite, Sinusite, Tuberculose e Acnes
Óleo de Melaleuca Atua Contra Asma, Bronquite, Sinusite, Tuberculose e Acnes

Benefícios do Óleo de Melaleuca:

A melaleuca possui na sua composição vários compostos que apresentam propriedades bactericidas, fungicidas, anti-inflamatórias e cicatrizantes. Esses compostos estão localizados principalmente nas folhas, que é de onde se extrai o óleo essencial.

A melaleuca possui em sua composição quantidades significativas de vitaminas essenciais para a saúde e cerca de 100 compostos, alguns deles não encontrados até o momento na natureza.

A constipação nasal provocada por gripes e resfriados pode ser tratada por meio do uso da melaleuca, que também age nos demais sintomas destas enfermidades, como dores de ouvido, infecções na garganta e tosses.

Além disso, é indicada para pacientes com asma, bronquite, sinusite e tuberculose. Nestes casos, o uso ideal consiste em aplicar algumas gotas do óleo essencial em uma toalha quente e mantê-la próxima ao nariz para inspirar uma pequena quantidade da substância.

O óleo de melaleuca é destilado das suas folhas verdes e é usado como remédio natural na medicina alternativa para todos os fins de infecções respiratórias, agindo como um agente anti-infeccioso ao mesmo que estimula o sistema imunológico do organismo.

O óleo de melaleuca é eficaz no tratamento da acne, eczemas, erupções cutâneas oriundas de varicela, lesões provocadas pela herpes, verrugas, pele seca, pé de atleta, queimaduras e urticárias, picadas de inseto, picadas de abelha, lombriga.

Por se tratar de um excelente antibactericida e antisséptico, o uso tópico é recomendado em ferimentos e lesões.

O óleo essencial é usado internamente em doses minuciosas, normalmente uma ou duas gotas em um copo de água diariamente para tratar candidíase ou cistite.

Empregado em forma de pastilhas para resfriados e infecções de garganta.

O líquido para limpeza bucal ou gargarejo é indicado para dores de garganta.

O óleo inalado pode tratar infecções respiratórias e prevenir a expansão de infecções.

Aplicada à pele antes da terapia de radiação, pode reduzir os níveis de queimação da pele.

O shampoo de melaleuca pode combater piolhos no couro cabeludo. É útil em casos de caspa e seborreia.

Na forma de infusão, as folhas da melaleuca são usadas para dores de garganta e doenças de pele.

Melaleuca Nome Popular:

Melaleuca, óleo-de-melaleuca, árvore-do-chá, mirto-de-mel, tea-tree.

Melaleuca Nome Científico:

Melaleuca alternifolia  Cheel.

Receita Óleo de Melaleuca:

Componentes: óleo essencial de folhas e gemas. 2 – 5% diluição em água ou álcool

Quantidade: água ou álcool 1L

Como Preparar Óleo de Melaleuca:

Óleo Essencial. Usar óleo essencial de melaleuca diluído em água ou álcool (2 – 5% diluição).

Óleo de Melaleuca Propriedades Medicinais:

Antimicrobiana, antisséptica, antifúngica, antibacteriana, antivirótica.

Para que Serve o Óleo de Melaleuca:

Infecção e problemas de pele em geral, acne, dermatite, eczema, psoríase, gripe, HIV, candidíase, herpes, tinha, queimadura, cortes, prurido, coceira, furúnculo, ferida inflamada, mordida, afta, odor dos pés, regiões necrosadas e infectadas, evitar a proliferação de infecções e aromaterapia.

Como Usar o Óleo de Melaleuca:

Uso Externo. Compressa. Aplicação do óleo essencial na forma de compressa com 3 a 5 gotas diluídas em água. Usar em casos de feridas infectada, micoses, pé-de-atleta e abscessos.

Na presença de candidiases, lava-se 4 vezes ao dia a 1% de solução em água destilada.

Em casos de herpes simples empregam-se 30 gotas de óleo de melaleuca em 1 litro de água, realizando banhos de assento ou duchas vaginais.

Para aftas e afecções bucais empregam-se de 5 a 10 gotas em um copo de água para fazer gargarejos e bochechos, sem engolir.

Em afecções bronqueais coloca-se 5 gotas em recipiente com água quente e faz-se inalação durante 5 a 10 minutos.

Em quadros dolorosos reumáticos misturam-se 30 gotas de óleo de melaleuca em 50 ml de suspensão oleosa vegetal para friccionar as partes afetadas, 2 a 3 vezes ao dia.

Trata Micose nas Unhas. O óleo de melaleuca age como fungicida. Aplicar uma gota do óleo essencial puro diretamente sobre a unha afetada, duas vezes ao dia, até que ela se cure da micose.

Óleo de Melaleuca Desodorante Natural:

O óleo de melaleuca possui ação antibacteriana, antifúngica e desodorante, a combinação perfeita para combater os odores causados pela transpiração.

Misture 50 gramas de bicarbonato com 8 gotas do óleo essencial de melaleuca. Conserve tudo em um frasco de vidro com tampa em spray e borrife nas axilas uma vez ao dia.

Combate o mau hálito. Usar uma gota do óleo essencial em um copo de água, mexer bem, bochechar e cuspir, enxaguando bem a boca, sem engolir.

Alivia Congestão Nasal. Adicione algumas gotas do óleo em água fervente e inale essa mistura com a ajuda de um vaporizador, nebulizador ou com uma toalha sobre a cabeça.

Calmante. Derramar duas ou três gotas do óleo essencial em um lenço limpo e respirar profundamente até mais de uma vez por dia.

Repelente de Insetos. Colocar cinco gotas diluídas em água em difusor de ambiente.

Tratamento de Acne. Misture 1 ml de óleo de melaleuca em 9 ml de água filtrada e aplicar a mistura nas regiões afetadas, 1 a 2 vezes ao dia.

Óleo de Melaleuca Efeitos Colaterais e Contraindicação:

Evitar o uso do óleo de melaleuca em grandes quantidades.

O óleo de melaleuca não deve ser ingerido, pois é tóxico por via oral e deve ser mantido fora do alcance das crianças; vários casos de envenenamento pelo óleo de melaleuca foram registrados.

O óleo também pode causar dermatite de contato. Apenas 5 ml do óleo de melaleuca puro pode produzir quadros neurotóxicos.

O óleo de melaleuca pode ainda causar alergia em peles mais sensíveis e por isso, é recomendado diluir sempre este óleo em outro, como o óleo de coco ou de amêndoa, por exemplo.

Possíveis efeitos colaterais: embora seja raro, o óleo desta planta pode causar irritação da pele, alergias, coceira, queimação, vermelhidão e secura da pele.

Além disso, em caso de ingestão pode ocorrer confusão, dificuldade para controlar os músculos e fazer movimentos e em casos mais graves pode causar diminuição da consciência.

chá de maçã

Veja também:

Fontes Consultadas:

  1. MONTEIRO, M. H. D. A. et. alli. Óleos essenciais terapêuticos obtidos de espécies de Melaleuca L. Revista FITOS, Rio de Janeiro, v.8 n.1, 2013.
  2. European Medicines Agency (2013): Community herbal monograph on Melaleuca alternifolia and other species of melaleuca.
  3. Plants for a Future: Melaleuca alternifolia.
  4. Revista Brasileira de Plantas Medicinais (2011). Emprego do óleo de Melaleuca alternifolia na odontologia: perspectivas quanto à utilização como antimicrobiano alternativo às doenças infecciosas de origem bucal.
  5. Clinical Microbiology Reviews (2006). Melaleuca alternifolia (Tea Tree) Oil: a review of antimicrobial and other medicinal properties.
  6. Revista Árvore (2005): Análise econômica do cultivo e extração do óleo essencial de Melaleuca alternifolia.
  7. Royal Botanics Garden (KEW): Melaleuca alternifolia.
  8. The Plant List: Melaleuca alternifolia.
  9. Wikipédia: Melaleuca.
  10. ALONSO, Jorge. Tratado de fitofármacos y nutracéuticos. 1. ed. Rosario: Corpus Libros, 2004.
  11. BASTISTUZZO, J.A.O; ITAYA, M; ETO, Y. Formulário Médico Farmacêutico. São Paulo: Pharmabooks, 2011. 4 Ed.
  12. VIEIRA, Tatiana R. et al . Constituintes químicos de Melaleuca alternifolia (Myrtaceae). Quím. Nova, São Paulo , v. 27, n. 4, 2004.
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